Momentos de Celebrações - AO VIVO

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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

O NOVO ROSÁRIO

com os Mistérios da Luz

O Rosário da Virgem Maria, que ao sopro do Espírito de Deus se foi formando gradualmente no segundo milênio, é oração amada por numerosos santos e estimulada pelo Magistério.
Na sua simplicidade e profundidade, permanece, mesmo no terceiro milênio recém iniciado, uma oração de grande significado e destinada a produzir frutos de santidade.
Ela enquadra-se perfeitamente no caminho espiritual de um cristianismo que, passados dois mil anos, nada perdeu do seu frescor original, e sente-se impulsionado pelo Espírito de Deus a "fazer-se ao largo" para reafirmar, melhor, "gritar" Cristo ao mundo como Senhor e Salvador, como "caminho, verdade e vida" (Jo 14, 6), como "o fim da história humana, o ponto para onde tendem os desejos da história e da civilização."

Papa João Paulo II,
Rosarium Virginis Mariae,
16 de outubro de 2002

O ROSÁRIO

+ Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Oferecimento

Divino Jesus, nós vos oferecemos este terço que vamos rezar, contemplando os mistérios da nossa redenção. Concedei-nos, por intercessão de Maria, vossa Mãe Santíssima, a quem nos dirigimos, as virtudes que nos são necessárias para rezá-lo bem e a graça de ganhar as indulgências desta santa devoção.

(Em seguida, reza-se o creio:)

Creio em Deus Pai Todo-Poderoso, Criador do céu e da terra e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai Todo-Poderoso, de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na Santa Igreja católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna. Amém.

(Após o creio, reza-se um pai-nosso e três ave-marias e o glória.)

Pai nosso, que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.

Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre. Amém.

(Após o glória, pode-se rezar uma jaculatória como abaixo ou outra à escolha:)

Ó meu Jesus, perdoai-nos e livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o céu e socorrei principalmente as que mais precisarem. Abençoai o Santo Padre o Papa, o nosso bispo diocesano e todo o povo de Deus.

Mistérios
da Alegria
segundas e sábados

Mistérios
da Luz
quintas

Mistérios
da Dor
terças e sextas

Mistérios
da Glória
quartas e domingos

1. No primeiro mistério da alegria contemplamos a anunciação do Arcanjo São Gabriel à Virgem Maria (cf. Lc 1, 26-39).

Pai-nosso, dez ave-marias, glória ao Pai.

2. No segundo mistério da alegria contemplamos a visita de Maria à sua prima Isabel (cf. Lc 1, 39-56).

Pai-nosso, dez ave-marias, glória ao Pai.

3. No terceiro mistério da alegria contemplamos o nascimento de Jesus na gruta de Belém (cf. Lc 2, 1-15).

Pai-nosso, dez ave-marias, glória ao Pai.

4. No quarto mistério da alegria contemplamos a apresentação de Jesus no templo, onde Maria encontra o velho Simeão (cf. Lc 2, 22-33).

Pai-nosso, dez ave-marias, glória ao Pai.

5. No quinto mistério da alegria contemplamos Jesus perdido e encontrado no templo entre os doutores (cf. Lc 2, 42-52).

Pai-nosso, dez ave-marias, glória ao Pai.

(Após o último mistério rezam-se o agradecimento e a salve-rainha.)

1. No primeiro mistério da luz contemplamos Jesus sendo batizado por João Batista no rio Jordão (cf. Mt 3, 13-16).

Pai-nosso, dez ave-marias, glória ao Pai.

2. No segundo mistério da luz contemplamos Jesus nas bodas de Caná, quando, a pedido de sua mãe, transforma água em vinho (cf. Jo 2, 1-12).

Pai-nosso, dez ave-marias, glória ao Pai.

3. No terceiro mistério da luz contemplamos Jesus anunciando o reino de Deus e convidando à conversão (cf. Mc 1, 14-15).

Pai-nosso, dez ave-marias, glória ao Pai.

4. No quarto mistério da luz contemplamos a transfiguração de Jesus no monte Tabor (cf. Lc 9, 28-36).

Pai-nosso, dez ave-marias, glória ao Pai.

5. No quinto mistério da luz contemplamos a santa ceia, na qual Jesus institui a eucaristia (cf. Mt 26, 26-29).

Pai-nosso, dez ave-marias, glória ao Pai.

(Após o último mistério rezam-se o agradecimento e a salve-rainha.)

1. No primeiro mistério da dor contemplamos a agonia de Jesus no Jardim das Oliveiras (cf. Mc 14, 32-43).

Pai-nosso, dez ave-marias, glória ao Pai.

2. No segundo mistério da dor contemplamos Jesus açoitado por ordem de Pilatos (cf. Jo 18, 38-40; 19, 1).

Pai-nosso, dez ave-marias, glória ao Pai.

3. No terceiro mistério da dor contemplamos Jesus coroado de espinhos (cf. Mt 27, 27-32).

Pai-nosso, dez ave-marias, glória ao Pai.

4. No quarto mistério da dor contemplamos Jesus carregando a cruz até o Monte Calvário (cf. Lc 23, 20-32; Mc 8, 34b).

Pai-nosso, dez ave-marias, glória ao Pai.

5. No quinto mistério da dor contemplamos a crucifixão e a morte de Jesus na cruz (cf. Lc 23, 33-47).

Pai-nosso, dez ave-marias, glória ao Pai.

(Após o último mistério rezam-se o agradecimento e a salve-rainha.)

1. No primeiro mistério da glória contemplamos a ressurreição de Jesus Cristo, nosso Senhor (cf. Mc 16, 1-8).

Pai-nosso, dez ave-marias, glória ao Pai.

2. No segundo mistério da glória contemplamos a ascensão de Jesus Cristo ao céu (cf. At 1, 4-11).

Pai-nosso, dez ave-marias, glória ao Pai.

3. No terceiro mistério da glória contemplamos a vinda do Espírito Santo sobre Nossa Senhora e os apóstolos (cf. At 2, 1-14).

Pai-nosso, dez ave-marias, glória ao Pai.

4. No quarto mistério da glória contemplamos a assunção de Nossa Senhora ao céu (cf. 1Cor 15, 20-23.53-55).

Pai-nosso, dez ave-marias, glória ao Pai.

5. No quinto mistério da glória contemplamos a coroação de Nossa Senhora como rainha do céu e da terra (cf. Ap 12, 1-6).

Pai-nosso, dez ave-marias, glória ao Pai.

(Após o último mistério rezam-se o agradecimento e a salve-rainha.)

Agradecimento

Infinitas graças vos damos, Soberana Rainha, pelos benefícios que todos os dias recebemos de vossas mãos maternais. Dignais-vos agora e para sempre tomar-nos debaixo de vosso poderoso amparo, e para mais vos obrigar vos saudamos com uma salve-rainha:

Salve, Rainha, Mãe de misericórdia, vida, doçura e esperança nossa, salve!
A vós bradamos, os degredados filhos de Eva.
A vós suspiramos, gemendo e chorando neste vale de lágrimas.
Eia, pois, advogada nossa, esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei, e, depois deste desterro, mostrai-nos Jesus, bendito fruto do vosso ventre, ó clemente, ó piedosa, ó doce sempre Virgem Maria.
- Rogai por nós, Santa Mãe de Deus.
- Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Ladainha de Nossa Senhora

Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, ouvi-nos.
Cristo, atendei-nos.
Pai do céu, que sois Deus, tende piedade de nós.
Filho Redentor do mundo, que sois Deus, tende piedade de nós.
Espírito Santo, que sois Deus, tende piedade de nós.
Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós.

Santa Maria Mãe de Deus, rogai por nós.
Santa Virgem das virgens, rogai por nós.
Mãe de Jesus Cristo, rogai por nós.
Mãe da divina graça, rogai por nós.
Mãe puríssima, rogai por nós.
Mãe castíssima, rogai por nós.
Mãe imaculada, rogai por nós.
Mãe intacta, rogai por nós.
Mãe amável, rogai por nós.
Mãe admirável, rogai por nós.
Mãe do bom conselho, rogai por nós.
Mãe do Criador, rogai por nós.
Mãe do Salvador, rogai por nós.
Mãe da Igreja, rogai por nós.
Virgem prudentíssima, rogai por nós.
Virgem venerável, rogai por nós.
Virgem louvável, rogai por nós.
Virgem poderosa, rogai por nós.
Virgem benigna, rogai por nós.
Virgem fiel, rogai por nós.
Espelho de justiça, rogai por nós.
Sede da sabedoria, rogai por nós.
Causa de nossa alegria, rogai por nós.
Vaso espiritual, rogai por nós.
Vaso honorífico, rogai por nós.
Vaso insigne de devoção, rogai por nós.
Rosa mística, rogai por nós.
Torre de Davi, rogai por nós.
Torre de marfim, rogai por nós.
Casa de ouro, rogai por nós.
Arca da aliança, rogai por nós.
Porta do céu, rogai por nós.
Estrela da manhã, rogai por nós.
Saúde dos enfermos, rogai por nós.
Refúgio dos pecadores, rogai por nós.
Consoladora dos aflitos, rogai por nós.
Auxílio dos cristãos, rogai por nós.
Rainha dos anjos, rogai por nós.
Rainha dos patriarcas, rogai por nós.
Rainha dos profetas, rogai por nós.
Rainha dos apóstolos, rogai por nós.
Rainha dos mártires, rogai por nós.
Rainha dos confessores, rogai por nós.
Rainha das virgens, rogai por nós.
Rainha de todos os santos, rogai por nós.
Rainha concebida sem pecado original, rogai por nós.
Rainha assunta ao céu, rogai por nós.
Rainha do santo rosário, rogai por nós.
Rainha da paz, rogai por nós.

Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, ouvi-nos. Cristo, atendei-nos.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, ouvi-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

- Rogai por nós, Santa Mãe de Deus.
- Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Rezando os "Mistérios luminosos"

O Papa João Paulo II, na sua força de alma, tem sempre intuições que mexem fundo na vida da Igreja. Tem nos surpreendido com gestos que marcarão por séculos. É um homem que é grande, porque se dá o direito de ser o que é na autenticidade pessoal, acima de toda estrutura que o cerca. Que Deus o fortaleça na sua missão "por quanto tempo Deus quiser", como ele próprio o diz.

Uma destas intuições foi dar ao rosário uma estrutura nova. Certamente não é algo de grande relevância, mas está ligado ao dia a dia de tantos cristãos. Ele mesmo diz no documento "Rosário da Virgem Maria": "o rosário acompanhou-me nos momentos de alegria e nas provações". Quando se fala que o Papa modificou a estrutura do rosário depois de 800 anos, não se está querendo dizer que estragou algo antigo, pois o próprio rosário já modificara e melhorara um modo de rezar que havia antes. Agora o Papa dá um novo impulso ao rosário, aumentando-o de um "terço". Assim ele completa o círculo da vida de Jesus, acrescentando os fatos da vida pública de Jesus. Por que não havia estes mistérios antes? Posso imaginar que, quando foi feita a reflexão sobre os mistérios de Jesus, a comunidade estava mais ligada aos fatos históricos de nascimento, morte e ressurreição.

A estrutura do rosário era assim: 150 Ave-Marias, divididas de dez em dez por um Pai-Nosso e um Glória ao Pai. Estas 150 Ave-Marias eram divididas em três grupos, por isso dizemos terço, com a meditação dos mistérios gososos que falam da infância de Jesus; dos mistérios dolorosos que contemplam sua Paixão e Morte; dos mistérios gloriosos que rezam a ressurreição, ascensão e vinda do Espírito Santo, completados pelos mistérios da Assunção e Coroação de Maria. O Papa acrescenta os mistérios da luz, os luminosos, que nos trazem a contemplação dos fatos da vida pública de Jesus. Cristo é a Luz do Mundo (Jo 8,12). Jesus é Luz quando anuncia o evangelho do Reino. O Papa elenca então os cinco momentos significativos - mistérios luminosos - desta fase da vida de Jesus: 1º - Batismo de Jesus; 2º - Bodas de Cana; 3º - Anúncio do Reino de Deus; 4º - Transfiguração; 5º - Instituição da Eucaristia, expressão sacramental de seu mistério pascal. A partir daí, o Papa explica o sentido de cada acontecimento da vida de Jesus meditados no terço.

O que muda para nós? Para os práticos de rezar o terço, mudam-se os dias da recitação. Isso não é obrigatório, é sugestão da Igreja. O esquema sugerido agora é este: segunda-feira e sábado: mistérios gozosos. Terça e sexta: mistérios dolorosos; Quarta e domingo: mistérios gloriosos. Quinta-feira será o dia dos mistérios luminosos.

Seria muito interessante que o terço fosse bem contemplado e enriquecido. Mas, nossa realidade leva a ser um pouco mais simples. Contudo, não podemos perder de vista seu caráter de intercessão pelos necessitados. Rezar pelos outros é o que vai tornar o seu terço realmente forte e consolador. Sem isso pode ser tornar um exercício espiritual vazio.

A VIDA DE JESUS CRISTO

A história completa da trajetória deste homem na Terra.
A vida de Jesus Cristo
em uma série especial de artigos do Árvore da Vida,
de autoria de José Tadeu Arantes.

Este homem chamado Jesus (I)

Ele existiu ou não?
Conheça as provas aceitas no mundo inteiro da existência deste homem especial.

O nascimento de Jesus (II)

O lugar, a data, tudo o que você não sabia sobre o início da história que deu origem ao cristianismo.

Os anos de aprendizado (III)

Desde as primeiras letras até o mistério da sua formação: os primeiros anos na Galiléia.

O verdadeiro rosto de Jesus (IV)

A questão continua em aberto: afinal a imagem do Santo Sudário reflete mesmo o rosto de Cristo?

Jesus foi um iniciado? (V)

Especulações sobre idéias e teorias que teriam influenciado o pensamento cristão.

Jesus, o libertador (VI)

A situação política na época de Cristo: os judeus esperavam um guerreiro. Jesus pregava o amor.

Jesus, o confronto e a condenação (VII)

Os momentos decisivos e trágicos do embate que mudaria o curso da história do homem.

A morte, os presságios e a ressurreição (VIII)

O fim doloroso e os eventos extraordinários que se sucederam à crucificação.

ENTENDA A LITURGIA

MISSA

A Missa é dividida em algumas partes:

  • Ritos Iniciais

Canto de Entrada: O canto de entrada tem o objetivo de nos ajudar a rezar. Ele manifesta a Deus nosso louvor e adoração.

Saudação: O Padre saúda a comunidade reunida anunciando a presença de Jesus.

Ato Penitencial: Em uma atitude de profunda humildade, pedimos perdão de nossos pecados.

Glória: Já perdoados, cantamos para louvar e agradecer.

Coleta: O Padre coloca todas as intenções, e no final da oração a oração responde com a palavra Amém (que significa "assim seja").

  • Liturgia da Palavra

Primeira Leitura: Passagem tirada do Antigo Testamento (parte bíblica que prepara a vinda do Messias).

Salmo de Resposta: É um canto ou um salmo que nos ajuda a entender melhor a mensagem da primeira leitura.

Segunda Leitura: Passagem tirada do Novo Testamento, de uma das cartas (epístolas) dos Apóstolos (Filipenses, Gálatas, Romanos, 1 Coríntios, 2 Coríntios, etc)

Aclamação do Evangelho: Nesta hora ouvimos o padre anunciar a MENSAGEM DE JESUS. Por isso cantamos "ALELUIA" (que significa "alegria").

Evangelho: Jesus nos fala apresentando-nos o REINO DE DEUS.

Homilia: O Padre explica as leituras e o Evangelho.

Profissão de Fé (Credo): Momento em que professamos tudo aquilo que como cristãos devemos acreditar.

Oração dos Fiéis: A comunidade reunida reza pela Igreja e por todas as pessoas do mundo.

  • Liturgia Eucarística

Preparação das Oferendas: Momento em que oferecemos a nossa vida, ou seja, tudo o que somos ao Senhor. Logo depois ocorre a oração sobre as oferendas, que por intermédio do sacerdote, Jesus consagra o Pão e o Vinho.

Oração Eucarística: Momento principal da celebração. Onde recordamos a morte e ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo. Não é apenas uma lembrança de um fato que aconteceu, mas sim algo que acontece hoje, aqui, agora na Eucaristia.

Comunhão: Momento em que vamos em direção do banquete do Senhor receber o seu Corpo e o seu Sangue.

  • Ritos Finais

Avisos: O Padre ou algum leigo da comunidade anuncia algum evento ou informa algo de interesse à comunidade.

Bênção: O Padre dá a bênção à comunidade. Bênção significa o bem que alguém quer para outra pessoa.

Despedida: O Padre se despede da comunidade e recorda que este momento não é mera despedida apressada, mas um novo envio para realizar a missão do cristão no mundo, isto é, anunciar ao mundo o Cristo Vivo.

ESQUEMA DO ANO LITÚRGICO

O Ano Litúrgico é o tempo que marca as datas dos acontecimentos da História da Salvação. Não é como o ano civil, que começa em 1º de Janeiro e termina em 31 de dezembro, mas começa no 1º domingo do Advento (preparação para o Natal) e termina no último sábado do tempo comum, que é na véspera do 1º domingo do Advento.

CICLO DO NATAL

ADVENTO

Início: 4 domingos antes do Natal
Término: 24 de dezembro à tarde
Espiritualidade: Esperança e purificação da vida
Ensinamento: Anúncio da vinda do Messias
Cor: Roxa

NATAL

Início: 25 de dezembro
Término: Na festa do Batismo de Jesus
Espiritualidade: Fé, alegria e acolhimento
Ensinamento: O filho de Deus se fez Homem
Cor: Branca

* Advento: Inicia-se o ano litúrgico. Compõe-se de 4 semanas. Começa 4 domingos antes do Natal e termina no dia 24 de dezembro. Não é um tempo de festas, mas de alegria moderada e preparação para receber Jesus.

* Natal: 25 de dezembro. É comemorado com alegria, pois é a festa do Nascimento do Salvador.

* Epifania: E celebrada no domingo seguinte ao natal e dura 3 semanas. É uma festa que lembra a manifestação de Jesus como Filho de Deus. No ciclo de Natal também são celebradas as festas da Apresentação do Senhor no dia 02 de fevereiro, da Sagrada Família, de Santa Maria Mãe de Deus e do Batismo de Jesus.

TEMPO COMUM

1ª PARTE

Início: 2ª feira após o Batismo de Jesus
Término: Véspera da Quarta-feira das Cinzas
Espiritualidade: Esperança e escuta da Palavra
Ensinamento: Anúncio do Reino de Deus
Cor: Verde

* 1ª parte: Começa após o batismo de Jesus e acaba na terça antes da quarta-feira de Cinzas.

CICLO DA PÁSCOA

QUARESMA

Início: Quarta-Feira das Cinzas
Término: Quarta-feira da Semana Santa
Espiritualidade: Penitência e conversão
Ensinamento: A misericórdia de Deus
Cor: Roxa

PÁSCOA

Início: Quinta-feira Santa (Tríduo Pascal)
Término: No Pentecostes
Espiritualidade: Alegria em Cristo Ressuscitado
Ensinamento: Ressurreição e vida eterna
Cor: Branca

* Quaresma: Começa na quarta-feira de cinzas e termina na quarta-feira da semana santa. Tempo forte de conversão e penitência, jejum, esmola e oração. É um tempo de 5 semanas em que nos preparamos para a Páscoa. Não se diz "Aleluia", nem se colocam flores na igreja, não devem ser usados muitos instrumentos e não se canta o Hino de Louvor. É um tempo de sacrifício e penitências, não de louvor.

* Páscoa: Começa com a ceia do Senhor na quinta-feira santa. Neste dia é celebrada a Instituição da Eucaristia e do sacerdote. Na sexta-feira celebra-se a paixão e morte de Jesus. É o único dia do ano que não tem missa. Acontece apenas uma Celebração da Palavra. No sábado acontece a solene Vigília Pascal. Forma-se então o Tríduo Pascal que prepara o ponto máximo da páscoa: o Domingo da Ressurreição. A Festa da Páscoa não se restringe ao Domingo da Ressurreição. Ela se estende até a Festa de Pentecostes.

* Pentecostes: É celebrado 50 dias após a Páscoa. Jesus ressuscitado volta ao Pai e nos envia o Paráclito.

TEMPO COMUM

2ª PARTE

Início: Segunda-feira após o Pentecostes
Término: Véspera do 1º Domingo do Advento
Espiritualidade: Vivência do Reino de Deus
Ensinamento: Os Cristãos são o sinal do Reino
Cor: Verde

* 2ª pArtE: Começa na segunda após Pentecostes e vai até o sábado anterior ao 1º Domingo do advento.

Ao todo são 34 semanas. É um período sem grandes acontecimentos. É um tempo que nos mostra que Deus se fez presente nas coisas mais simples. É um tempo de esperança e acolhimento da Palavra de Deus.

"O Tempo comum não é tempo vazio. É tempo de a Igreja continuar a obra de Cristo nas lutas e nos trabalhos pelo Reino." (CNBB - Documento 43, 132)

POSIÇÕES DO CORPO

A religião assume o homem todo, como ele é: corpo e alma.
A Graça não destrói a natureza humana, mas a completa e aperfeiçoa.
Por isso, rezamos com o corpo também, dizendo palavras e fazendo gestos.
A Missa é o louvor visível do Povo de Deus. Vejamos o significado dos gestos:

SENTADO: É uma posição cômoda que favorece a catequese, boa para a gente ouvir as Leituras, a homilia e meditar. É a atitude de quem fica à vontade e ouve com satisfação, sem pressa de sair.

DE PÉ: É uma posição de quem ouve com atenção e respeito, tendo muita consideração pela pessoa que fala. Indica prontidão e disposição do "orante". A Bíblia diz: "Quando vos puserdes em pé para orar, (...)" (Mc 11,25). Falando dos bem-aventurados, João vê uma multidão, de vestes brancas, "de pé, diante do Cordeiro", que é Jesus (Ap 7,9).

DE JOELHOS: Posição comum diante do Santíssimo Sacramento e durante a consagração do pão e do vinho. Significa adoração a Deus. São Paulo diz: "Ao nome de Jesus, se dobre todo joelho, no céu, na terra e debaixo da terra" (Fl 2,10). Rezar de joelhos é mais comum nas orações individuais. "Pedro, tendo mandado sair todos, pôs-se de joelhos para orar" (At 9,40)

GENUFLEXÃO: É um gesto de adoração a Jesus na Eucaristia. Fazemos quando entramos na igreja e dela saímos, se ali existe o sacrário. Também fazemos genuflexão diante do crucifixo na Sexta-Feira Santa, em sinal de adoração. (Não é adoração à Cruz, mas a Jesus que nela foi pregado).

INCLINAÇÃO: Inclinar-se diante de alguém é sinal de grande respeito. É também adoração, diante do Santíssimo Sacramento. Os fiéis podem inclinar a cabeça para receber a bênção solene.

MÃOS LEVANTADAS: É atitude dos "orantes". Significa súplica e entrega a Deus. É o gesto aconselhado por Paulo a Timóteo: "Quero, pois, que os homens orem em qualquer lugar, levantando ao céu as mãos puras, sem ira e sem contendas" (1 Tm, 2,8)

MÃOS JUNTAS: Significam recolhimento interior, busca de Deus, fé, súplica, confiança e entrega da vida. É atitude de profunda piedade.

PROSTRAÇÃO: Gesto muito antigo, bem a gosto dos orientais. Estes se prostravam com o rosto na terra para orar. Assim fez Jesus no Horto das Oliveiras. Hoje essa atitude é própria de quem se consagra a Deus, como na ordenação sacerdotal. Significa morrer para o mundo e nascer para Deus com uma vida nova e uma nova missão.

SILÊNCIO: O silêncio tem seu valor na oração. Ajuda o aprofundamento nos mistérios da fé. "O Senhor fala no silêncio do coração". É oportuno fazer silêncio depois das Leituras, da homilia e da Comunhão, para interiorizar o que o Senhor disse. Meditar é também uma forma de participar. Uma Missa que não tivesse nenhum momento de silêncio, seria como chuva forte e rápida que não penetra na terra.

ROTEIRO DA MISSA
RITOS INICIAIS
* Monição ambiental de pé
* Canto de entrada de pé
* Acolhida e saudação de pé
* Ato penitencial de pé
* Hino de louvor (Glória) de pé
* Oração "Coleta" de pé
LITURGIA DA PALAVRA
* Monição para a 1ª Leitura sentados
* Proclamação da 1ª Leitura sentados
* Salmo Responsorial sentados
* Monição para a 2ª Leitura sentados
* Proclamação da 2ª Leitura sentados
* Monição para o Evangelho sentados
* Canto de aclamação ao Evangelho de pé
* Proclamação do Evangelho de pé
* Homilia (pregação) sentados
* Profissão de fé (Creio) de pé
* Oração dos fiéis de pé
LITURGIA EUCARÍSTICA
Preparação das Oferendas
* Canto e Procissão das Oferendas sentados
* Apresentação do pão e do vinho sentados
* Presidente lava as mãos sentados
* Orai, irmãos! de pé
* Oração sobre as Oferendas de pé
Oração Eucarística ou Anáfora
* Prefácio e "Santo" de pé
* Invocação do Espírito Santo de pé
* Narrativa da Ceia de joelho ou de pé
* Consagração do pão e do vinho de joelho ou de pé
* "Eis o Mistério da fé!" de joelho ou de pé
* Lembra Morte e Ressur. de Jesus de pé
* Orações pela Igreja de pé
* Louvor Final (Por Cristo...) de pé
Rito da Comunhão
* Pai-Nosso e oração seguintes de pé
* Saudação da Paz de pé
* Fração do Pão de pé
* Cordeiro de Deus de pé
* Felizes os convidados de pé
* Distribuição da Comunidade sentado


* Oração após a Comunhão de pé
RITOS FINAIS
* Comunidade e convites de pé
* Bênção final de pé
* Despedida (Ide em paz!) de pé

CORES

As diferentes cores das vestes litúrgicas visam manifestar externamente o caráter dos mistérios celebrados, e também a consciência de uma vida cristã que progride com o desenrolar do ano litúrgico. No princípio havia uma certa preferência pelo branco. Não existiam ainda as chamadas "cores litúrgicas". Estas cores foram fixadas em Roma no século XII. Em pouco tempo os cristãos do mundo interiro aderiram a este costume.

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Branco
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Usado na Páscoa, no Natal, nas Festas do Senhor, nas Festas de Nossa Senhora e dos Santos, exceto dos mártires. Simboliza alegria, ressurreição, vitória, pureza e alegria.
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Vermelho
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Lembra o fogo do Espírito Santo. Por isso é a cor de Pentecostes. Lembra também o sangue. É a cor dos mártires e da sexta-feira da Paixão.
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Verde
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Se usa nos domingos do Tempo Comum e nos dias da semana. Está ligado ao crescimento, à esperança.
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Roxo
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Usado no Advento e na Quaresma. É símbolo da penitência e da serenidade. Também pode ser usado nas missas dos defuntos e na confissão.
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Preto
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É sinal de tristeza e luto. Hoje é pouco usado na liturgia.
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Rosa
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O rosa pode ser usado no 3º domingo do Advento (Gaudete) e 4º domingo da Quaresma (Laetare).

OBJETOS

ALTAR: Mesa onde se realiza a ceia Eucarística; ela representa o próprio Jesus na Liturgia.

CÁLICE: Taça onde se coloca o vinho que vai ser consagrado.

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PATENA: Prato onde são colocadas as hóstias para a consagração. CORPORAL: Pano quadrangular de linho com uma cruz no centro; sobre ele é colocado o cálice, a patena e a âmbula para a consagração.
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PALA: Cobertura quadrangular para o cálice. GALHETAS: Recipientes onde se coloca a água e o vinho para serem usados na Celebração Eucarística.
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CRUCIFIXO: Fica sobre o altar ou acima dele, lembra a Ceia do Senhor é inseparável do seu Sacrifício Redentor. LECIONÁRIOS: Livros que contém as leituras da Missa. Lecionário ferial (leituras da semana); lecionário santoral (leitura dos santos), lecionário dominical (leituras do Domingo).
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MANUSTÉRGIO: Toalha usada para purificar as mãos antes, durante e depois do ato litúrgico. MISSAL: Livro que contém o ritual da missa, menos as leituras.
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SANGUÍNEO: Pequeno pano utilizado para o celebrante enxugar a boca, os dedos e o interior do cálice, após a consagração. OSTENSÓRIO ou CUSTÓDIA: Objeto utilizado para expor o Santíssimo, ou para levá-lo em procissão.
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TECA: Pequeno recipiente onde se leva a comunhão para pessoas impossibilitadas de ir à Missa. AMBÃO: Estante onde é proclamada a palavra de Deus.
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INCENSO: Resina de aroma suave. Produz uma fumaça que sobe aos céus, simbolizando as nossas preces e orações à Deus. NAVETA: Objeto utilizado para se colocar o incenso, antes de queimá-lo no turíbulo.
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TURÍBULO: Recipiente de metal usado para queimar o incenso.

ALFAIAS: Designam todos os objetos utilizados no culto, como por exemplo, os paramentos litúrgicos.

ALIANÇA: Anel utilizado pelos noivos para significar seu compromisso de amor selado no matrimônio.

ANDOR: Suporte de madeira, enfeitado com flores. Utilizados para levar os santos nas procissões.

ASPERGES: Utilizado para aspergir o povo com água-benta. Também conhecido pelos nomes de aspergil ou aspersório.

BACIA: Usada como jarro para as purificações litúrgicas.

BÁCULO: Bastão utilizado pelos bispos. Significa que ele está em lugar do Cristo Pastor.

BATISTÉRIO: O mesmo que pia batismal. É onde acontecem os batizados.

BURSA: Bolsa quadrangular para colocar o corporal.

CALDEIRINHA: Vasilha de água-benta.

CAMPAINHA: Sininhos tocados pelo acólito no momento da consagração.

CASTIÇAIS: Suportes para as velas.

CADEIRA DO CELEBRANTE: Cadeira no centro do presbitério que manifesta a função de presidir o culto.

CÍRIO PASCAL: Uma vela grande onde se pode ler ALFA e ÔMEGA (Cristo: começo e fim) e o ano em curso. tem grãos de incenso que representam as cinco chagas de Cristo. Usado na Vigília Pascal, durante o Tempo Pascal, e durante o ano nos batizados. Simboliza o Cristo, luz do mundo.

COLHERINHA: Usada para colocar a gota de água no vinho e para colocar o incenso no turíbulo.

CONOPEU: Cortina colocada na frente do sacrário.

CREDÊNCIA: Mesinha ao lado do altar, utilizada para colocar os objetos do culto.

CRUZ PROCESSIONAL: Cruz com um cabo maior utilizada nas procissões.

CRUZ PEITORAL: Crucifixo dos bispos.

ESCULTURAS: Exitem nas Igrejas desde os primeiros séculos. Sua única finalidade litúrgica é ajudar a mergulhar nos mistérios da vida de Cristo. O mesmo se pode dizer com relação às pinturas.

GENUFLEXÓRIO: Faz parte dos bancos da Igreja. Sua única finalidade é ajudar o povo na hora de ajoelhar-se.

HÓSTIA: Pão Eucarístico. A palavra significa "vítima que será" sacrificada.

HÓSTIA GRANDE: É utilizada pelo celebrante. É maior apenas por uma questão de prática. Para que todos possam vê-la na hora da elevação, após a consagração.

JARRO: Usado durante a purificação.

LAMPARINA: É a lâmpada do Santíssimo.

LAVATÓRIO: Pia da Sacristia. Nela há toalha e sabonete para que o sacerdote possa lavar as mãos antes e depois da celebração.

LIVROS LITÚRGICOS: Todos os livros que auxiliam na liturgia: lecionário, missal, rituais, pontifical, gradual, antifonal.

LUNETA: Objeto em forma de meia-lua utilizado para fixar a hóstia grande dentro do ostensório.

MATRACA: Instrumento do madeira que produz um barulho surdo. Substitui os sinos durante a semana santa.

PISCINA: antigo nome da pia da sacristia.

PÍXIDE: O mesmo que ÂMBULA.

PRATINHO: Recipiente que sustenta as galhetas.

PURIFICATÓRIO: O mesmo que sanguinho.

RELICÁRIO: Onde são guardados as relíquias dos santos.

SACRÁRIO: Caixa onde é guardada a Eucaristia após a celebração. Também é conhecida como TABERNÁCULO.

SANTA RESERVA: Eucaristia guardada no SACRÁRIO.

TABERNÁCULO: O mesmo que SACRÁRIO.

VÉU DO CÁLICE: Pano utilizado para cobrir o cálice.

VÉU DO CIBÓRIO: Capinha de seda branca que cobre a âmbula. É sinal de respeito para com a Eucaristia.

VESTES

Na Igreja, que é o corpo de Cristo, nem todos os membros desempenham a mesma função.
Esta diversidade de ministérios se manifesta exteriormente no exercício do culto sagrado pela
diversidade das vestes litúrgicas, que por isso devem ser um sinal da função de cada ministro.
Convém que as vestes litúrgicas contribuam para a beleza da ação sagrada.

TÚNICA ou ALVA: Geralmente de cor branca, é a veste dos acólitos e ministros eclesiásticos para as celebrações litúrgicas. CASULA ou PLANETA: Traje usado (sobre a túnica e a estola) pelo sacerdote durante as ações sagradas, geralmente nas Missas, Domingos, solenidades e festas.
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AMITO: Pano branco que envolve o pescoço do celebrante (veste-se antes da túnica ou da alva). OPA: Roupa usada pelos ministros extraordinários da Eucaristia.
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ESTOLA: Caracteriza os ministros ordenados. Os diáconos usam no ombro esquerdo, como faixa transversal e pendente sobre os ombros pelos presbíteros e bispos.

BATINA: Durante muito tempo foi a roupa oficial dos sacerdotes.

SOBREPELIZ: Veste branca usada sobre a batina, para substituir a alva (usada em procissões e na celebração de alguns sacramentos, como a confissão).

MITRA: Uma espécie de chapéu alto e pontudo usado pelos bispos (símbolo do poder espiritual).

DALMÁTICA: É uma roupa que o diácono usa sobre a alva e a estola. É a veste litúrgica superior do diácono.

CAPA PLUVIAL, DE ASPERGES OU MAGNA: Usada pelo sacerdote sobre os ombros durante as procissões, no casamento, batismo e bênção do Santíssimo.

VÉU DE OMBROS ou VÉU UMERAL: Usado pelo sacerdote ou diácono na bênção do Santíssimo e nas procissões para levar o ostensório.

CÍNGULO: Cordão utilizado na cintura.

CAPINHA: Utilizada pelas senhoras que exercem o ministério extraordinário da comunhão.

SOLIDÉU: Um pequeno barrete em forma de calota, usada pelos bispos sobre a cabeça.

PLUVIAL: Antiga capa de chuva usada pelos sacerdotes durante a procissão.